quarta-feira, 10 de setembro de 2014

TRATAMENTO DE PSORÍASE ou problemas parecidos na pele

                        A #psoríase é uma doença comum na pele que ataca principalmente quem tem a pele branca, sendo que pode ficar restrita somente à uma área ou alastrar-se pelo #corpo todo.

Eu tive há tempos, numa fase ruim, em tempos de #crise econômica e até sentimental um ataque terrível desse mal que hoje...

TUDO ESTÁ PREVISTO

Se tudo já é previsto, qual é a dúvida que resta?
Saber quando será?
Será quando Deus achar que é a hora de aproveitar e recolher o que é Dele deste mundo e jogar fora todo o resto.
A resposta é simples.

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

O Senhor, através da revelação dada ao profeta Daniel, nos mostra com detalhes eventos que fizeram parte da história da humanidade e outros que ainda ocorrerão.
Dentro desse conjunto de preciosas revelações divinas, as setenta semanas de Daniel têm sido objeto de estudo e servido como um verdadeiro mapa, o qual nos revela que caminhos estão reservados para nós no futuro, dentro do plano perfeito de Deus.

O termo "semana", referindo-se a um período de sete anos, era comum entre os judeus. Tal termo vem da ordem de Deus em Levítico 25:1-7 para cultivar um campo durante seis anos, permitindo que o mesmo descansasse no sétimo ano.


Esse período de sete anos ficou conhecido como "semana de anos". Portanto, setenta semanas são 490 anos.
Nas profecias do livro de Daniel, esses 490 anos se subdividem em três partes: sete semanas de anos (49 anos), sessenta e duas semanas de anos (434 anos) e uma semana de anos (7 anos).
O ponto de partida para o cálculo das setenta semanas é o decreto emitido pelo rei medo-persa Artaxerxes em 14 de março de 445 AC, autorizando a reconstrução de Jerusalém.
Neste ponto, convém deter-nos para argumentar porque cremos que as semanas devem ser contadas a partir de 445 AC.
No ano 538 AC, o rei Ciro, após conquistar a Babilônia, expede um decreto a favor do povo de Israel. Esse decreto de Ciro é destinado ao retorno dos judeus à terra natal para reconstruir o Templo e restituir os utensílios sagrados pertencentes a ele (Esdras 1:1-8, Esdras 5:13-14).
Anos depois, em 520 AC, em função de um pedido de ajuda provindo de Jerusalém, Dario I, confirma a mesma ordem dada anteriormente por Ciro (Esdras 6:1-13).
Mais de 70 anos depois, em 457 AC, o rei Artaxerxes I emite um decreto, registrado em Esdras 7:11-23, objetivando ajudar no funcionamento do Templo em Jerusalém.
Esse primeiro decreto de Artaxerxes foi dado pessoalmente a Esdras (Esdras 7:11). Todas essas ordens citadas até aqui se referem ao Templo e ao seu funcionamento.
Por último, em 445 AC, o mesmo Artaxerxes I dá uma ordem a Neemias para a reedificação da cidade de Jerusalém e de seus muros (Neemias 2:1-9).
É interessante notar que, até essa última ordem dada a Neemias, Jerusalém ainda não havia sido reedificada e ainda estava em ruínas (Neemias 2:5).
Então, as 3 primeiras ordens foram expedidas por Ciro, Dario e Artaxerxes, respectivamente, em relação ao Templo e ao funcionamento das cerimônias relacionadas a ele. No entanto, a cidade só começou a ser plenamente reedificada a partir do decreto dado a Neemias em 445 AC.
A profecia das setenta semanas se inicia "...Desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém..." (Daniel 9:25). Logo, cremos que as setenta semanas devem ser contadas a partir de 445 AC.
Então, entendemos que o primeiro período vai de 445 AC até 396 AC, tempo que durou a reconstrução (49 anos). O segundo período perfaz 483, somando-se os 49 anos das sete primeiras semanas e os 434 das sessenta e duas semanas que antecederam a morte do Ungido (Jesus).
Esses dados, levando em consideração a dedução entre 1 AC e 1 DC, onde há somente um ano, o ano lunar judeu, que tem apenas 360 dias, os anos bissextos durante o período, que acrescentam mais 119 dias no cálculo e o desconto da pequena diferença que existe entre o calendário juliano e o ano solar (1/128 de diferença), nos revelam um número de 173.880 dias, entre a primeira e sexagésima nona semanas.

AS SEMANAS JÁ CUMPRIDAS

De acordo com o que explicaremos depois, cremos que 69 das 70 semanas já se cumpriram. A última semana, um período de sete anos, ainda se cumprirá e esse período é denominado tribulação, do qual faz parte a grande tribulação, a partir da metade da última semana e que durará tres anos e meio.
O que é mais interessante de perceber, quando analisamos as primeiras 69 semanas de Daniel, é que o profeta, divinamente inspirado, forneceu detalhes e dados tão específicos que tornaram possível o conhecimento do tempo em que Jesus nasceria e exerceria seu ministério na Terra...
Quando vemos a história do nascimento de Jesus, observamos que aqueles que se apresentaram diante do recém-nascido e o reconheceram como Rei, não foram líderes religiosos judeus, nem escribas, nem os sábios e doutores da lei, que liam e estudavam as Escrituras constantemente.
Aqueles que perceberam a proximidade do nascimento do Messias e viajaram milhares de quilômetros com o objetivo de visitar o Salvador do mundo, eram "magos" vindos do Oriente. Como isso pôde acontecer, já que os judeus tinham um acesso direto e constante às Escrituras e os magos viviam a milhares de quilômetros da terra prometida?
A resposta é simples: nos séculos que antecederam o nascimento de Jesus, até mesmo por uma influência das idéias helenizantes, os líderes judeus começaram a defender duas posições errôneas.
Em primeiro lugar, ensinavam que as Escrituras não deveriam ser interpretadas literalmente, pois não eram totalmente inspiradas por Deus e, consequentemente, continham erros.
Em segundo lugar, tendiam a espiritualizar as profecias expressas nas Escrituras. Logo, as profecias de Daniel eram metaforizadas e a interpretação de todos os dados literais do livro de Daniel foi, paulatinamente, sendo desprezada.
Após várias décadas, essa interpretação ficou solidificada. Quando Jesus nasceu, os líderes religiosos judeus não perceberam tão grande acontecimento, que tinha sido profetizado profusamente nas Escrituras e que, de acordo com as setenta semanas de Daniel, poderia ser calculado.
Esse cálculo foi feito pelos magos do Oriente. É preciso lembrar que Daniel fora considerado no Oriente (tanto na Babilônia, quanto na Pérsia) o maior de todos os sábios.
Toda sorte de magos, prognosticadores e sábios do Oriente, tinha o maior respeito por Daniel, pois ele, como instrumento do Senhor, salvou suas vidas de uma morte iminente (Daniel 2:1-19).
Apesar desse enorme respeito, o mais provável é que esses sábios do Oriente não tenham abandonado suas práticas pagãs e politeístas.
Contudo, a fama de Daniel, como grande sábio, ficou na memória e nos arquivos do Oriente. Os magos que visitaram Jesus recém-nascido, sem dúvidas, ouviram falar dos grandes feitos de Daniel na Babilônia e na Pérsia, e possuíam cópias de suas revelações e profecias, entre elas a profecia das setenta semanas.
Quando a estrela apareceu no céu, eles sabiam que estava na época da profecia se cumprir, já que possuíam a revelação concernente às setenta semanas e sabiam aproximadamente o período em que o Messias haveria de nascer. 
Todas essas constatações nos deixam uma importante lição: as profecias bíblicas não podem ser totalmente metaforizadas nem os dados existentes nessas profecias, principalmente anos, meses, dias e períodos, podem cair no terreno da espiritualização ou alegorização.
Devido a uma visão semelhante, os líderes judeus da época do nascimento do Messias não perceberam esse glorioso evento e, consequentemente, não aceitaram Jesus como o Messias prometido.
Apesar de lerem as Escrituras, eles não conheceram o tempo de sua visitação. Jesus, ao referir-se ao povo de Jerusalém, lamentou e disse:
"... Pois dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todos os lados; e te derrubarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que não conheceste o tempo da tua visitação" (Lucas 19:43-44).
As profecias bíblicas expressam todo o cuidado de Deus em situar-nos dentro dos acontecimentos. Para isso temos dados importantíssimos que não podemos desprezar ou alegorizar.
Muitas das revelações contidas no livro de Daniel referem-se ao tempo do fim. Devemos analisar os dados oferecidos nessas e outras profecias bíblicas de forma literal e estarmos atentos a todos os acontecimentos internacionais, pois na seqüência deles poderemos observar o cumprimento real e literal das profecias bíblicas!

A ÚLTIMA SEMANA

DISPENSACIONALISMO TRADICIONAL baseia-se principalmente na revelação das setenta semanas de Daniel para sustentar suas afirmações.
Apesar de não sermos dispensacionalistas tradicionais, concordamos com alguns postulados desse modelo, no que se refere à interpretação de Daniel 9:24-26:
1. O período existente entre as semanas 69 e 70
2. O cumprimento total da última semana no fim da presente era (volta de Jesus)
3. A identificação do "príncipe que há de vir" com o anticristo
4. A futura reconstrução do Templo em Jerusalém e sua profanação na metade da última semana
No entanto, discordamos que o período compreendido entre as semanas 69 e 70 constituam unicamente "a era da Igreja". Analisemos a passagem em questão:
"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo" (Daniel 9:24) 
O dispensacionalismo tradicional defende que o foco principal dessa profecia é Israel (o povo de Daniel, os judeus). Logo, argumentam que a totalidade das setenta semanas é concernente a Israel e Jerusalém.
Ao mesmo tempo, os dispensacionalistas tradicionais inferem que o período entre a semana 69 e a semana 70, não se refere a Israel. Isso fortalece a idéia de que Deus só tratou profeticamente com Israel até o término da semana 69 (crucificação de Cristo) e só voltará a atuar em relação a Israel na semana 70 (última semana).
O espaço existente entre as semanas 69 e 70, seria um vácuo ocupado exclusivamente pela Igreja.
A partir do momento em que Deus estaria tratando especificamente com a Igreja nesse período intermediário e voltaria a tratar com Israel só após o começo da última semana (tribulação), isso implicaria num arrebatamento pré-tribulacional, já que a Igreja não estaria profeticamente envolvida na última semana.
Apesar de concordar que o foco principal da profecia em questão é o povo judeu e Jerusalém, nós não podemos concordar de forma alguma que Deus deixou de tratar com Israel durante o período compreendido entre a 69ª e 70ª semanas.
As evidências de que Deus continua tratando profeticamente com Israel são notórias em nossa época... Se fôssemos levar em consideração somente o contexto de Daniel 9:24-26, há duas profecias que se cumpriram sobre o povo de Israel após a semana 69:
1. A crucificação de Cristo ocorreu 5 dias depois do término da semana 69
2. A destruição de Jerusalem ocorreu 37 anos após o término da semana 69
Lembremos que Daniel estava falando que a profecia era concernente ao "seu povo" e à cidade de Jerusalém. Sem dúvidas, a destruição de Jerusalém e do Templo em 70 d.C, está atrelada a Jerusalém e ao povo de Daniel. Jesus confirmou essa realidade em Lucas 19:41-44.
Muitos dispensacionalistas tenderiam a concordar que o retorno dos judeus a Israel e o renascimento da nação em 1948 é cumprimento de importantes profecias bíblicas.
Consequentemente, não há base bíblica para afirmar que Deus não está tratando com Israel no espaço compreendido entre as semanas 69 e 70.
Fica claro, também, que não há suficiente base para colocar a última semana numa seqüência imediata à de número 69, e associar a última semana, numa visão preterista, ao ministério de Jesus durante sua primeira vinda, pois sua crucificação ocorreu 5 dias após o término da semana 69 e o fim dos sacrifícios profetizado por Daniel ocorre na metade da semana 70, ou seja, tres anos e meio após o começo da semana 70.
Outro fato interessante é que a profecia de Daniel 9:25 não indica que a atuação de Deus com Israel está restrita a 70 semanas.
Indica apenas que a profecia em questão está determinada, abrangendo um tempo e acontecimentos específicos. A palavra hebraica usada para "determinada" é chathak. Essa palavra traz a idéia de divisão, determinação, decreto e demarcação.
Na profecia de Daniel, ela é usada para dar-nos a idéia de um período de tempo predeterminado. O propósito da profecia é claro: mostrar as implicações e acontecimentos em função da primeira e segunda vinda de Cristo. São acontecimentos que não podem ser mudados, pois fazem parte da palavra profética e do plano de salvação de Deus para o mundo.
Jesus, logo no começo de seu sermão profético no Monte das Oliveiras, disse que não ficaria pedra sobre pedra do Templo de Jerusalém (Mateus 24:1-2). Daniel, no capítulo 9 e versículo 25, revela que "o povo do príncipe que há de vir" destruiria a cidade e o santuário.
Posteriormente, o Mestre citou Daniel ao falar da abominação da desolação no santo lugar. Em Daniel 9:27, o profeta declara que na metade da semana, cessará o sacrifício e a oferta de manjares e que sobre as asas das abominações viria "o assolador", até que a destruição determinada se derramasse sobre ele. Isso indica que o Templo, destruido em 70 d.C., voltará a ser erguido.
Alguém poderá perguntar: se a profecia das setenta semanas fala sobre um tempo e acontecimentos determinados, porque o espaço existente entre as semanas 69 e 70 não foi também fixado e determinado? Jesus nós dá a explicação em Mateus 24:14:
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim"
Em Mateus 28:18-20, Jesus comissionou seus discípulos a pregarem o evangelho a todas as nações, ensinando todas as coisas que tinham vivido e aprendido.
No versículo de Mateus 24:14, o Mestre esclarece que o fim não virá até que uma condição seja realizada: a pregação do evangelho a nível mundial.
Essa profecia tem se cumprido ao longo da história da Igreja, porém não se pode determinar em anos ou meses quando todas as nações ouvirão o testemunho do evangelho ou quando o evangelho atingirá todas as nações e etnias.
Cremos que estamos próximos a isso, porém não há como datar tal acontecimento. Consequentemente, o "vácuo" existente entre as semanas 69 e 70 centraliza-se nessa questão.
A pregação mundial do evangelho é algo que compete à Igreja, é uma responsabilidade nossa diante de uma ordem de Jesus. Não há como fixar uma data para determinar quando todas as nações ouvirão as boas novas, já que essa realidade depende também da ação da Igreja.
Também devemos considerar os efeitos que os acontecimentos profetizados nas setenta semanas geraram, geram e gerarão em todo o mundo. 
Esses efeitos transcendem a duração das semanas. Seis promessas são mencionadas na profecia de Daniel: o fim da transgressão, o fim dos pecados, a expiação da iniquidade, a vinda da justiça eterna, o selo da visão e da profecia e a unção do Santíssimo.
As primeiras tres promessas ocorreram simultaneamente à crucificação de Jesus, que ocorreu após a semana 69. Duas dessas tres promessas (cessação da transgressão e fim dos pecados) só serão plenamente concretizadas em função da vinda gloriosa de Jesus e suas maravilhosas conseqüências sobre a raça humana.
As outras tres promessas se concretizarão no Reino de Jesus, após a última semana (não durante ela). 
Cremos que o dispensacionalismo tradicional tem errado ao afirmar que a atuação do Criador com Israel está limitada às setenta semanas. Também tem errado em insinuar que o Eterno Pai não atuaria com a Igreja ao mesmo tempo em que o faz com a nação israelense.
Desses princípios, nasceu a idéia de que a Igreja precisaria ser retirada da Terra para que a profecia se cumprisse exclusivamente em relação à nação israelense nos últimos tempos.
Fica mais do que notório, de acordo com tudo o que temos visto, que Deus continua atuando com Israel, mesmo no espaço existente entre as semanas 69 e 70 (pregação do evangelho).
Consequentemente, é óbvio que Deus pode atuar profeticamente com Israel e com a Igreja ao mesmo tempo, pois assim Ele o tem feito durante a história nos últimos séculos!

O FUTURISMO DA ÚLTIMA SEMANA 

Respeitando a posição preterista (a qual sustenta que a última semana veio imediatamente depois da 69 e, consequentemente, já se cumpriu) e meio-semanista (a qual sustenta que apenas a metade da última semana teve seu cumprimento, através do ministério de Jesus até o momento de sua crucificação), vão aí algumas das razões pelas quais entendemos que a semana n° 70 se concretizará num futuro muito próximo: 
1. Cremos que a semana 69 teve seu fim em 32 d.C. Consequentemente, a cessação dos sacrifícios e da oblação, não pode ser atrelada à metade da semana 70, que cairia em 35 d.C, aproximadamente. 
2. Nosso Redentor não firmou um firme acordo com muitos por um tempo determinado (uma semana ou 7 anos), e sim eternamente. Consequentemente, neste aspecto, não há razões suficientes para atrelar o acordo ou aliança de Daniel 9:27 ao Messias. 
3. Um período de 7 anos anterior à volta de Jesus, é um período que comporta todos os prazos citados nas profecias de Daniel e Apocalipse (1260, 1290, 1335 e 2300 dias). 
4. A citação da destruição da cidade e o santuário (70 d.C.), é profetizada cronológicamente antes da cessação do sacrifício e da oblação. Portanto, cronologicamente, nos parece que tal cessação não pode ter ocorrido antes de 70 d.C.
5. Mesmo após o sacrifício redentor de Jesus, os sacrifícios continuaram sendo oferecidos até 70 d.C (aproximadamente 40 anos após a crucificação). Não houve cessação de sacrifícios e oblações no Templo até 70 d.C.
6. Não há motivos para separar no seu significado "cessação dos sacrifícios e da oblação" de "retirada do holocausto contínuo" (Daniel 9:27, Daniel 11:31). 
7. Jesus, em seu sermão profético, relaciona a abominação desoladora (profanação do santuário do Templo) a uma tribulação sem precedentes na história da humanidade (a grande tribulação), que antecederá sua volta.
Ele mesmo afirma que logo depois a tribulação daqueles dias (originada pela abominação desoladora), Ele viria (Mateus 24:15-31). Tudo isso nos remete a coisas futuras.

COMO CALCULAR AS SETENTA SEMANAS 

Durante a história, muitos se sentiram atraídos e maravilhados diante das revelações contidas no livro de Daniel e, em especial, no tocante às setenta semanas.
Sem dúvidas, Daniel era um homem de Deus e a ele foram revelados fatos marcantes para a humanidade. Conta-se que o famoso gênio Isaac Newton devotava uma atenção especial ao estudo das setenta semanas de Daniel.
Nesse contexto de admiração e estudo, várias pessoas durante a história têm se esmerado em calcular e definir os períodos aos quais as profecias das setenta semanas se referem.
Como já comentamos, sustentamos que das setenta semanas, 69 já foram cumpridas e a última será cumprida em breve, no período conhecido como tribulação.
Não queremos ser conclusivos em relação aos cálculos feitos, porém apresentaremos aqueles que mais se aproximam à nossa concepção e estudo das profecias.
O termo "semana" referindo-se a um período de sete anos era comum entre os judeus. Tal termo vem da ordem de Deus em Levítico 25:1-7 para cultivar um campo durante seis anos, permitindo que o mesmo descansasse no sétimo ano.

CALCULANDO AS PRIMEIRAS 69 SEMANAS

O ponto de partida para o cálculo das 70 semanas é um dia: 14 de março de 445 AC. Naquele dia, o rei medo-persa Artaxerxes emitiu um decreto autorizando a reconstrução de Jerusalém.
Daniel determina 7 semanas para o período compreendido entre o decreto e a reconstrução de Jerusalém, e assim ocorreu. A reconstrução culminou em 396 AC, exatamente 49 anos (7 semanas) após o decreto de Artaxerxes.
Após a reconstrução de Jerusalem, a profecia determina 62 semanas até a manifestação de Cristo. Quando somamos os anos das sete primeiras semanas e os anos das sessenta e duas semanas seguintes, temos 483 anos (49+434).
Transformados em dias, temos 173.880 dias (de acordo com o calendário de 360 dias). Para chegar a essa quantidade de dias em nosso sistema atual com 365 dias, é preciso levar em consideração algumas variáveis:
a) É preciso deduzir um ano no cálculo, já que no período entre 1 AC e 1 DC, transcorre apenas 1 ano.
Quando contamos de 14 de março de 445 AC até 6 de abril de 32 DC, temos 477 anos e 24 dias. Após a dedução de umano (1 AC – 1 DC), ficam 476 anos e 24 dias, ou 173.764 dias.
b) É preciso adicionar 119 dias referentes aos anos bissextos durante o período estudado. Basta dividir 476 por 4. Após esse cálculo, ficam 173.883 dias. 
c) Existe uma pequena imprecisão do calendário juliano quando o mesmo é comparado ao calendário solar. O Observatório Real de Londres calcula que um ano juliano é 1/128 dias mais longo que o ano judaico solar.
Quando se multiplica 476 por 1/128, se obtém o resultado de 3. Subtraindo 3 ao valor anterior (173.883), vamos obter 173.880 dias.
Portanto, existem, de acordo com os cálculos feitos, 173.880 dias entre o decreto de Artaxerxes e a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando foi proclamado Rei pela multidão, dias antes de sua crucificação. Este dia cai, de acordo com os cálculos feitos, em 6 de abril de 32 d.C.  
          




CALCULANDO A ÚLTIMA SEMANA

PONTO (A): Começo da tribulação
PONTO (B): Começo do oferecimento de sacrifícios no Templo reconstruído
PONTO (C): Metade da tribulação e começo da grande tribulação
PONTO (D): Final do período tribulacional
PONTO (E): Purificação do santuário
PONTO (F): Descida de Jesus no Monte das Oliveiras, derrota dos exércitos do anticristo e começo do reino eterno de Cristo. 
O esquema acima procura definir a ordem dos acontecimentos que terão lugar na última semana de Daniel, num período de sete anos denominado tribulação, e as conseqüências posteriores desses acontecimentos.
Esse esquema foi elaborado com base nas profecias de Daniel e do Apocalipse e nos dados que elas nos oferecem. No entanto, serve apenas para apresentar-nos uma noção do período tribulacional, sem chamar para si nenhuma infalibilidade em seus cálculos.
Em relação ao ponto inicial (A), é lógico supor que o anticristo surgirá num momento anterior a esse ponto, talvez anos antes.
O ponto (A), determina o começo do período de sete anos. Entendemos que o evento que dá lugar ao começo dos sete anos de tribulação é o pacto de paz feito entre a besta e Israel (Daniel 9:27).
Do ponto (A) até o ponto (B), transcorrem 250 dias. No ponto (B) começam a ser oferecidos os sacrifícios no Templo de Jerusalém, devidamente reconstruído meses ou anos antes (Daniel 8:13).
Do ponto (B) até o ponto (C), transcorrem 1010 dias. O ponto (C) marca a metade exata do período tribulacional e o começo do período denominado grande tribulação.
Neste ponto, o anticristo profanará o Templo e fará cessar os sacrifícios (Mateus 24:15-21, Daniel 9:27).
Parte da Igreja foge e é preservada nesses tres anos e meio e uma outra parte fica no sistema para testemunhar (Mateus 24:16-20, Apocalipse 12:6-16, Apocalipse 12:17).
Nesse ponto começa o ministério das duas testemunhas (Apocalipse 11), que se extende por toda grande tribulação (42 meses ou 1260 dias). Consequentemente, o período que vai do ponto (C) até o ponto (D) é de 42 meses ou 1260 dias.
No ponto (D) se completa o período tribulacional de sete anos ou a última semana de Daniel. Neste ponto, as duas testemunhas são assassinadas pelo anticristo (Apocalipse 11:3,7). Os corpos das duas testemunhas ficarão expostos para a população mundial por tres dias e meio.
Consequentemente, do ponto (D) até a ressurreição das duas testemunhas, transcorrem tres dias e meio. Nesse momento, as duas testemunhas são ressuscitadas por Deus, para assombro de todos e ascendem aos céus (Apocalipse 11:11-15).
Da ressurreição das duas testemunhas até o ponto (E), transcorrerão 26 dias e meio. Cremos que, após o Templo ter sido purificado pelos judeus no ponto (E), 26 dias e meio após a ressurreição das 2 testemunhas e 30 dias após o término da grande tribulação de 42 meses, o anticristo reunirá seus exércitos no Armagedom para destruir Israel.
Entendemos que isso se dará imediatamente depois que o sol e a lua escurecerem, sinais que parecem estar contidos na quinta taça (Apocalipse 16:10).
O sol e a lua escurecendo, sinais que ocorrem em algum momento logo após a grande tribulação (Mateus 24:29), são os sinais que anunciam o DIA DO SENHOR.
A partir desse momento, inserido entre os pontos (E) e (F), o arrebatamento da Igreja torna-se iminente. Neste ponto, o sol e a lua escurecerão, as estrelas se moverão de lugar, e então aparecerá nos céus completamente escuros o sinal do Filho do homem, como um relâmpago, visto por toda a humanidade (Mateus 24:27-31, Apocalipse 6:12-17).
Neste momento, o qual não pode ser definido na hora e no dia, ao soar da última trombeta, ocorrerá o arrebatamento, o momento maravilhoso em que a Igreja se reunirá com Cristo nas nuvens. Os que estiverem mortos, serão ressuscitados e glorificados.
Os que estiverem vivos, serão transformados e glorificados (I Coríntios 15:51-52, I Tessalonicenses 4:15-18, Apocalipse 15:13-16, Apocalipse 19: 7-9).
Todos esses eventos gloriosos gerarão a conversão de Israel e o reconhecimento do Messias prometido (Romanos 11:26-27, Zacarias 12:10).
Também, de acordo com as profecias de Daniel, do ponto (E), que é a purificação do Templo, até (F), que é a descida de Jesus no Monte das Oliveiras, para derrotar os exércitos do anticristo e instaurar seu reino eterno, transcorrerão 45 dias.
Os cálculos acima foram feitos de acordo com os seguintes parâmetros:
1. De acordo com Daniel 9:27, podemos saber que do ponto (A) até o ponto (C) transcorrem 1260 dias (tres anos e meio ou metade de uma semana). Consequentemente, a outra metade terá também 1260 dias, o que confirma as revelações apocalípticas da atuação principal do anticristo.
Então, do ponto (C) até o ponto (D), transcorrem 1260 dias. Somando as duas metades, nós termos 2520 dias de tribulação (sete anos).
2. De acordo com Daniel 8:13-14, podemos saber que, desde o começo dos oferecimentos de sacrifícios até a purificação do Templo, transcorrerão 2300 dias. Ou seja, do ponto (B) até o ponto (E) transcorrerão 2300 dias.
3. De acordo com Daniel 12:11, fica claro que entre a profanação do Templo até a purificação do mesmo, transcorrerão 1290 dias. Ou seja, do ponto (C) até o ponto (E) transcorrem 1290 dias.
4. De acordo com Daniel 12:12, ficamos sabendo que, desde a profanação do santuário (C) até a vitória final do Ungido sobre o anticristo (F), transcorrerão 1335 dias.
Os dados obtidos com as revelações bíblicas citadas acima, permitem situar-nos dentro dos últimos acontecimentos.
Nossos cálculos não são infalíveis e são passíveis de erros. Porém, a revelação pormenorizada de tantos detalhes proféticos nos mostra, mais uma vez, o cuidado de Deus em nos revelar aquilo que precisamos saber, para que não estejamos em trevas.
Como membros do corpo de Cristo, devemos estar preparados para viver esses dias que se aproximam, sejamos protegidos da tribulação ou inseridos nela para testemunho e martírio. Que em nossos corações haja um crescente anelo pela volta gloriosa de Jesus, como Rei e Senhor!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Limpezas da alma do corpo e da mente.





Limpezas da alma do corpo e da mente.


Talvez existam centenas de métodos de banhos e funções para fazer uma boa limpeza energética.

REFLEXÕES DO CORAÇÃO: Laranja podre? Consequências...

REFLEXÕES DO CORAÇÃO: Laranja podre? Consequências...

TERÇA-FEIRA, 9 DE JUNHO DE 2009

Laranja podre? Consequências...

Um dia me disseram que uma laranja podre dentro de uma caixa de laranjas seria capaz de apodrecer todas as demais laranjas. Sinceramente, nunca acreditei nessa hipótese. Acho que estou mudando de opinião. Porém, tenho avançado nessa reflexão. Se uma laranja estragada é capaz de estragar as demais, uma mente “doente” é capaz de estragar e contaminar negativamente a sociedade. Estou lembrando agora do contexto e das pessoas envolvidas na segunda guerra mundial. O que dizer da ideologia e das atitudes de Hitler? Ele conseguiu contaminar sua época e deixou resquícios que se arrastam até os dias de hoje. Um professor que ainda não conseguiu se encontrar como ser humano, consegue fazer uma turma toda tomar distância do apaixonamento pela busca do saber. Um formador neurótico consegue mais deformar do que formar. Um líder religioso desequilibrado consegue fazer com que pessoas se afastem da comunidade e relativizem a relação com o Ser transcendente, cuja necessidade de relação é intrínseca ao ser humano. Que pena!
O que fazer então? Uma saída talvez seja não depender tanto de terceiros. Com isso, não quero incentivar o individualismo, longe de mim. Estou convencido também de que “ser humano não é uma ilha”, somos seres dependentes e decadentes. Quando digo não depender excessivamente de terceiros, penso na base da estrutura pessoal de cada ser. Mas especificamente na vontade do ser humano. Não na inteligência. Conversando com meu “irmão mais novo” (veja post anterior) ele me disse que está lendo um autor que aborda o investimento na vontade e não na inteligência do ser humano. O autor diz que “existem pessoas extremamentes inteligentes, mas que não sabem e não conseguem fazer bom uso da própria vontade.
Se não fazemos bom uso da nossa vontade e da nossa razão, podemos virar laranja. Laranja não pensa, também não tem vontade. E ainda mais quando estragada, acaba estragando as demais que estão próximas delas. Eu não quero ser laranja. Quero me aproximar cada vez mais do projeto pensado para o ser humano. Jesus Cristo é o modelo. E você? Se escolher ser laranja, ao menos não se permita apodrecer!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Mais seriedade com O Criador: 144.000 é mais do que suficiente !


 A maioria dos Cristãos no Ocidente ainda não perceberam que estão no meio da terceira ofensiva da chamada Guerra Santa. Sempre que uma mesquita é construída na África, Ásia, Europa e América, uma célula dessa religião totalitarista é estabelecida, de modo que os regulamentos da Sharia é que valem por lá, não as leis da terra local. 

O propósito imutável do Islã
A palavra "minarete" é derivado do "Manarat" em árabe, significa "farol". Assim como os raios de luz de navegação devem impedir os navios de encalhe, de modo que o minarete levaria todos os muçulmanos na vizinhança à maneira do Islã e convocar a todos para o paraíso "desviar os não-muçulmanos para se arrepender e escolher o caminho certo  para o paraíso". O Islã considera-se como " a religião da chamada ", convidando todos os homens (Din al-Dawa), e tem uma ideologia missionária convencido e contundente (Suras al-Baqara 2: 193; al-An'am 08:31 ; al-Saff 61: 9-11 ).

Deve permanecer sendo o estado teocrático, como propagado por Khomeini e seus sucessores (Suras al-Baquara 2:193; al-Anfal 8:39; al-Saff 61:9-11). 
Quem quer que diga que Allá do Islã é o Deus de Abraão e Pai de Jesus Cristo está iludido e ainda não percebeu a dimensão apocalíptica do ataque Islâmico. Nunca antes tantos Muçulmanos viveram em países Cristãos. Devido aos nascimentos excessivos, o número de Muçulmanos dobra a cada 27 anos, ou ainda mais rápido; já os Cristãos do mundo todo precisam de 54 anos para dobrar seu número. 
Os Cristãos precisam entender o Islã do ponto de vista do Evangelho e evangelizar os Muçulmanos em nome de Jesus. Caso contrário a Europa, tal como certa vez com o Oriente Médio, pode ter de encarar um terrível despertar.



1- O criador pede aos Homens que o adorem acima de todas as coisas e isso deve fazerem espírito verdadeiro, não nas aparências ou além de outras coisas.

2-avisa ainda que o temam pelo seu poder; obediência total ou castigo da morte eterna.
3- aconselha a praticar somente o amor; os dons do Espírito Santo.
4- e aos que não cumprirem essa coisas, a vingança, ou seja, a correção para os que não cumprirem essas coisas, será Dele, pois não compete ao Homem julgar ao seu semelhante, ou seja, ordena que cumpram essas instruções e serão aceitos e não cumprindo não terão aceitação. 
Os dignos serão acolhidos, protegidos e livres, separados à parte dos restantes. 

Este é um aviso claro de destruição. 

Entenda assim:
quem for digno será separado e terá a eternidade;
quem não for escolhido será extinto para sempre.

Então ordena aos Homens que façam exatamente o que Ele pede, para que assim sejam aceitos num reino futuro, o Reino dos Céus. 

A volta para o paraíso perdido, que é a nossa questão crucial em termos de aceitação do Criador, como ser supremo e todo poderoso.

Não é ilógico para quem crê no Criador. Não importa o nome que se dê ao Criador, o ( Eu Sou ) ou a religião que o crente professa, seja esta a Cristã, Judia, Islâmica, Budista ou qualquer outra religião. Todas existentes e objetivadas na sua capacitação pelo poder Divino do Criador considerando-O acima de tudo e de todos como o Senhor Único e Verdadeiro.

Tornando o crente fiel totalmente dependente da vontade Dele dedicando-se com extrema servidão somente ao Criador.

até aqui tudo bem


Independente da religião, porém a conduta da grande maioria dos crentes nem sempre, ou melhor quase nunca, estão de conformidade com esse pensamento divino.


mas qual é o pensamento divino?

 Nós adquirimos esse conhecimento das coisas do Criador, pelas coisas que nos vem ao espírito, porque crer em espírito e verdade é melhor do que pelo conhecimento.
 Outra forma é também pelas antigas escrituras, que são relatos de contato do Homem com o Divino .
A última religião criada, o islã, fundada por Maomé, segue após o Cristianismo e aceita a Jesus como filho do homem, gerado por Deus em uma mulher virgem, o Cristianismo por sua vez segue após o Judaísmo, ao qual foi prometido o Messias embora tenha sido de fato enviado e não foi aceito e o Judaísmo por sua vez tem suas raízes fundadas num novo povo de Deus a partir de Abraão, que tem suas raízes fundadas na prole de Noé, sobreviventes do dilúvio escolhidos por Deus para a continuidade do Homem. Antes de Noé as escrituras indicam o início da aventura na terra ( desgraça) do Homem expulso do Paraíso. veja mais... livro de Adão e Eva.
Tudo é reposicionado e politicamente envolvido no pensamento religioso humano e já a partir daí, automaticamente toda religião, crença ou fé se auto-exclui do Reino Celestial, ofensa clara ao Criador ferindo os seus princípios.
É recomendável procurar a raiz dos seus problemas com Deus em Adão, o primeiro Homem vindo do Paraíso, pois nós herdamos o problema de Adão com o Criador. 
De resto tudo o que foi conjeturado pelo homem para si em vista do seu conforto, progresso estilos e propósitos de vida enfim, toda a tecnologia criada pelo homem, os direitos humanos individuais, a aceitação das individualidades, os direitos civis enfim, tudo que o Homem produz nesse afã de auto-regulamentação, ou seja a parte jurídica e social da organização humana após a lei mosaica, tomando para si a autoridade e a prioridade da vida humana, sendo que o próprio Criador, ordena que não o faça contribui incisivamente para a anulação dos próprios direitos humanos ao Reino Celestial.
Jesus prevê isso e considera nas suas palavras:
Muitos serão os chamados e poucos os escolhidos, fazendo uma alusão a que de 1000 apenas 1 seria escolhido e de 10.000 apenas uns 2 ou 3 serão os escolhidos. Veja então que Ele, Jesus proclamou que não seria tão fácil, o acesso ao Reino Celestial e ainda que seria mais fácil passar o fio do linho na cava de uma agulha do que uma pessoa que preza os seus bens e títulos de riqueza e honradez entrar no Reino dos Céus.
Nos moldes humanos atuais, assim como caminha a humanidade, o número de 144.000 e mais alguns seria mais do que suficiente para acomodar os escolhidos por Deus.
Então, pasmem ! praticamente estamos todos perdidos !
Mas a salvação e o perdão é para todos.veja mais . . 

sábado, 30 de agosto de 2014

Seria a terra habitada antes do Homem Adâmico?


Creio que somos  seres especiais criados por Deus à sua semelhança.
O nosso espírito vive para sempre?
Somos uma criatura que difere de tudo o que há na terra.
Porque Deus nos dá tanta atenção?



Provável  que SIM, sabemos que o homem não existe há apenas 6 ou sete mil anos. há encontros arqueológicos em sítios bem anteriores que há seis milênios apenas e na China existem fósseis de homens de 90.000 anos e até referências à homens e dinossauros convivendo numa mesma época. Isso não me reporta ao homem adâmico, principalmente pelo fardo do espírito que ele possui . Ainda de quebra acredito que possam existir outros seres extraterrestres, porque não? Um planeta nas mesmas condições harmônicas da terra poderiam muito confortavelmente reproduzir uma espécie de hominídeos e inclusive terem desenvolvido uma inteligência há milhões de anos. 
E daí!!! A minha referência, é divina e o meu propósito é entender o Divino. Entender o porque, de estarmos aqui e sermos diferentes de tudo isto aqui.  Veja mais . . .o livro de Adão e Eva, Enoch.


Alguém tem nos acompanhado em nossa trajetória., alguém tem nos orientado, alguém tem nos vigiado todo o tempo, alguém de forma sobrenatural tem agido sobre nós e dirigido as nossas vidas, alguém que nos quer em lugar melhor do que este aqui. Seria o Pai de Adão?


Em todas as conjeturas há controvérsias. Quanto ao indivíduo mais famoso desse time de fósseis não restam dúvidas: é uma mocinha de 20 anos e 1,20 metro de altura, provavelmente morta por um crocodilo, e que passou cerca de 3,2 milhões de anos sob as areias da Etiópia até ser descoberta em 1974. Durante algum tempo, Lucy, essa Australopithecus afarensis, foi tida como nossa Eva. Mais recentemente, uma equipe liderada pelo paleontólogo Yohannes Haile-Selassie, da Universidade da Califórnia, encontrou restos de indivíduos que viveram nessa mesma região da África, também há 3,2 milhões de anos. A novidade é que esses foram classificados como sendo de uma subespécie primitiva, batizada de Ardipithecus ramidus kadabba. Depois surgiu, no Quênia, o fóssil do crânio de alguém que viveu há cerca de 3,5 milhões de anos - 200 000 anos antes de Lucy e seus contemporâneos, portanto.
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Finalmente, de novo no Quênia, encontraram restos de uma criatura que teria vivido há 6 milhões de anos e representaria assim o mais antigo hominídeo já identificado. Segundos os seus descobridores, trata-se de uma nova espécie que deram o nome de Orrorin tugenensis. Mas o achado vem sendo questionado por outros cientistas, para quem o Orrorin pertenceria a uma espécie completamente diferente, sem nenhuma relação com a espécir humana. 
Convém aguardar os próximos velhos capítulos da história. 
O esqueleto de Lucy, deixou de ser o fóssil mais antigo mas continua famosa.

Só não me interessa um detalhe, o homem adâmico não é um produto da natureza. 

Repito: O homem criado por Deus para viver no paraíso não pode ser o mesmo hominídeo existente na terra ou outro planeta qualquer, como um simples animal ou um réptil desenvolvido ou qualquer outra forma de vida planetária e sem a dotação do espírito consignado a ele pelo próprio Criador para ser seu favorito no paraíso. 
A semelhança do Homem com Deus não é carnal ou física e excede essas condicionalidades e premissas da pré-existência evolutiva dos animais. 

Existe a promessa de perdão de Deus para o homem, veja mais...

Somos mesmo muito diferentes dos animais. 
Os animais todos os que conhecemos são assim como são e assim serão sempre. Uma vaca não nunca chegará a pilotar um nave espacial, porque a essência dela não o permite a não ser que ela descubra como plantar o capim que ela come e parar de morrer ao passar fome e sede só porque esses produtos não estarão disponibilizados pela natureza. O gato ou cachorro ou o leão ou o macaco e o chimpanzé morrerão de fome se exterminarem as outras espécies que lhes servem de alimento. 
Só o homem é capaz de alterar o ambiente adverso em que vive.
Suponho que isso os coloca bem abaixo na crise evolutiva, que lhes falta alguma força além do poder físico, e essa diferenciação os condena a serem o que são e como são para sempre e dependendo de alguém ou da natureza ser pródiga e a favor deles para subsistirem . 
Não me diga que os macacos tem inteligência e são quase humanos, porque há muito mais humanos parecidos com macacos e não o contrário, ou então os papagaios e calopsitas que quase falam e cantam mas não tem nada a dizer a não ser nas piadas de papagaio que os humanos fazem.



As coisas de Deus vão muito além do meu pequeno entendimento das coisas de Deus, mas o que eu tenho com Ele e ele tem comigo ?  
O que eu quero é me apartar deste mundo de trevas e ser livre da desobediência e estar com Ele, no Reino Dele, e continuar uma vida eterna, sem morte.
Os nossos antepassados longínquos escreveram nas pedras, no couro dos animais e papiro e no barro uma parte de suas experiências com um SER acima de toda a nossa capacidade de entendimento.
Mesmo nos dias de hoje, em que o homem já perdeu o medo dos trovões e do fogo, e domina com razoável exito a escrita histórica há relatos de contato direto com o próprio Deus. 
Também há relatos de abandono à própria sorte em razão de nos confundirmos dando ouvidos aos seus inimigos que também são os nossos inimigos. O mundo espiritual também tem os bons e os maus. Existiu uma revolta nos Reino Celestial e o motivo foi o homem. Desde então essas forças malignas tentam provar a Deus que o homem não é digno da sua alta consideração. E não nos perdoam por orgulho de sermos tão ou mais ainda queridos do que estes que habitavam o céu e foram derribados às profundezas. Somos herdeiros de uma vida eterna e favoritos de Deus. 
Temos revelações, histórias, ocorrências com claras mostras do poder de Deus e da intenção Dele em perdoar o homem, mas o homem ainda tem que aprender a amá-lo. 
Assim como nos contaram os nossos antepassados que tempos atrás, Deus expulsou uma legião de anjos revoltados e liderados por um deles, ( Lúcifer) o qual por seu orgulho e vaidade resolveu instigar o homem a desagradar o seu Criador/Deus para provocar a sua queda moral do homem diante do Criador.

Conta-se que dos 200 anjos pactuados com Lúcifer, que tendo sido expulsos da presença de Deus e que passaram então a viver na terra, (nas trevas, porque isto aqui onde vivemos são trevas) ou seja nas profundezas e prostituíram-se estes com as mulheres da terra, gerando criaturas abomináveis. 
São seres espirituais, elementais e podem mudar o DNA tendo relações diretamente ou tomando o corpo de outro indivíduo a fecundar uma fêmea, porque não? 
 Espíritos e entes perambulam todos o tempo todo à nossa volta, influenciando a vida de certa forma vivendo num limbo, um mundo paralelo ao nosso no qual realmente nada podem fazer a não ser influenciar espiritualmente o comportamento humano. Isso ocorre em muitos ritos ainda atualmente. São caboclos, exús, egons e espíritos que se dizem de luz, que se dizem evoluídos, mas não o são de todo, que curam, mas matam pelo ódio, que amam mas odeiam a felicidade dos outros e fazem tudo o que lhes pedem para provarem ser aptos, e poderosos como dirigentes de uma classe ou modelos de vida, para muitos. 
Pois, que o sejam para a natureza e entre os elementos da natureza, mas estes não atendem aos desígnios do espirito de Deus. Por isso devemos nos afastar disso tudo.
Essas gerações sobrenaturais e suas descendências, desconformes e desaprovadas por Deus, eram considerador deuses e semideuses e desses eram os muitos dos que Deus eliminou da face da terra, criando um povo com uma descendencia mais limpa e orientada

Os deuses e semi-deuses da antiguidade, os heróis e os maiorais dos exércitos, todos eles são sobre-humanos, super-homens e acabaram porque. Há provas de que existiram sim, mas aonde estariam agora ?

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